REFLUXO
o que você precisa saber?

Por Dr. Elígio Almeida, Especialista no tratamento de Refluxo em Bacabal e São Luís-MA

Se você chegou até aqui, é provável que esteja buscando informações sobre refluxo gastroesofágico, ou talvez esteja considerando opções de tratamento para essa condição. Nesta página, vou explicar o que você precisa saber sobre refluxo e por que abordar essa condição é fundamental para melhorar sua saúde e qualidade de vida.

O refluxo gastroesofágico ocorre quando o conteúdo ácido do estômago retorna para o esôfago, devido à falha do esfíncter esofágico inferior em funcionar corretamente. Isso pode causar sintomas como azia, regurgitação e dor no peito.

Os sintomas mais comuns incluem:

  • Azia, uma queimação no peito, geralmente após as refeições.
  • Regurgitação ácida, onde o ácido do estômago retorna à boca.
  • Dor no peito, que pode ser confundida com dor cardíaca.
  • Dificuldade para engolir (disfagia).
  • Tosse crônica, rouquidão e sensação de caroço na garganta.

As causas principais incluem:

  • Fraqueza ou relaxamento do esfíncter esofágico inferior.
  • Hérnia de hiato, onde uma parte do estômago desloca-se para o tórax.
  • Obesidade, que aumenta a pressão abdominal.
  • Gravidez, devido ao aumento da pressão abdominal.
  • Tabagismo, que relaxa o esfíncter esofágico inferior.
  • Consumo excessivo de álcool, café e alimentos gordurosos.

O diagnóstico geralmente envolve:

  • Histórico Clínico: Discussão dos sintomas e fatores de risco.
  • Endoscopia Digestiva Alta: Permite visualizar lesões no esôfago e tirar biópsias.
  • pHmetria Esofágica: Mede os níveis de ácido no esôfago.
  • Manometria Esofágica: Avalia a função do esfíncter esofágico.
  • Teste de Impedância Esofágica: Mede os fluxos de líquidos no esôfago.
  • Sim, as complicações incluem:
    • Esofagite: Inflamação do esôfago.
    • Estenose Esofágica: Formação de cicatrizes que estreitam o esôfago.
    • Úlceras Esofágicas: Feridas no esôfago causadas pelo ácido.
    • Esofago de Barrett: Mudança nas células do esôfago, aumentando o risco de câncer.
    • Aumento do risco de câncer esofágico: Especialmente em casos de esôfago de Barrett.
    • Além de mudanças no estilo de vida, considere:
      • Perda de peso: Reduz a pressão abdominal.
      • Evitar alimentos gatilho: Chocolate, café, álcool, alimentos gordurosos, menta e alimentos picantes.
      • Não deitar logo após as refeições: Esperar pelo menos 2-3 horas.
      • Elevar a cabeceira da cama: Reduz a regurgitação durante a noite.
      • Evitar roupas apertadas: Elas aumentam a pressão abdominal.
      • Parar de fumar: O tabaco relaxa o esfíncter esofágico inferior.

A cirurgia é considerada quando:

  • Os sintomas são graves e não melhoram com medicação.
  • Há complicações, como esofagite severa ou esôfago de Barrett.
  • O paciente deseja evitar o uso contínuo de medicamentos.
  • A cirurgia é indicada para pacientes jovens com sintomas refratários.

Sim, com o tratamento adequado e mudanças no estilo de vida, muitas pessoas conseguem controlar os sintomas e viver normalmente. A chave é seguir as recomendações médicas e realizar o tratamento conforme necessário.

 

CONHEÇA O DR. ELÍGIO ALMEIDA

Cirurgião Geral e do Aparelho Digestivo

Especialista em Doenças do Aparelho Digestivo, Vesícula, Hérnia, Doença do Refluxo, Bariátrica, Neoplasias Gastrointestinais e Procedimentos Endoscópicos como Endoscopia Digestiva Alta, Colonoscopia, Balão Intragástrico e CPRE.

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